Cinco estratégias para lidar com os malfeitores

Como não ficar decepcionado com as pessoas? Mentiras, inveja, traição, indiferença, deslealdade… A lista de coisas ruins e surpreendentes a que estamos sujeito pelos nossos amigos, familiares e amores é longa.

A qualquer momento na vida, vamos nos decepcionar com alguém – seja porque nutrimos expectativas, ilusões e fantasias, seja porque o outro vacilou mesmo. Sim, muitas vezes é o outro que está errado, e ponto final. Não é coisa da sua cabeça.

Mas e aí? Como lidar? A prerrogativa de oferecer a outra face para apanhar é verdade até certo ponto: devemos impedir que o outro siga prejudicando nós mesmos. Há várias estratégias para encarar a desavença com o peito aberto:

  1. Afastar o corpo da presença do outro. Manter distância física, geográfica, como quiser. Reduzir a presença significa reduzir a convivência, reduzir as interações e, portanto, reduzir os desentendimentos.
  2. Questionar o outro. – Hey, qual é o seu problema em respeitar as pessoas? Por que você não consegue falar a verdade? O objetivo é questionar a lógica maléfica do outro. Talvez ele nunca tenha refletido sobre as próprias expressões de afeto e respeito.
  3. Não pensar a respeito das situações ultrajantes. Esse ponto é um exercício difícil de disciplina mental. Toda vez que notar que está alimentando a mente com pensamentos de decepção, tristeza, raiva, insegurança, carência, etc., observe bem tais pensamentos, diga para si mesmo: “ok, é só aquele pensamento ruim sobre o meu malfeitor, mas eu vou substituir esse pensamento por algo positivo, vou pensar nas minhas viagens para as montanhas, o ar puro da natureza, a paz das árvores e dos passarinhos.” Há quem prefira pensar no quanto ama a si mesmo, e é tanto pensamento de amor por si mesmo, que sequer cabe na mente pensamentos sobre pessoas complicadas com atitudes duvidosas.
  4. Perdoar. Simples. A gente pensa que é difícil perdoar as pessoas, que leva tempo, que tem condições especiais. Mas, tudo é uma questão de perspectiva. Perdão é uma das coisas que a gente mais tem em abundância dentro da gente. Tem perdão pra dar e vender. Há perdão para dar inclusive para as pessoas que não querem ou não merecem. E de fato a gente dá o nosso perdão para o outro não porque ele mereça: o que ele fez de fato está errado, e a justiça é necessária. Mas a gente merece ter paz, e é por isso que a gente opta deliberadamente em deixar no passado a situação desequilibrada.
  5. Enviar amorosidade para o ser humano complicado. Na direção contrária do que falamos nos itens anteriores, aqui a gente vai aproximar o pensamento e o sentimento do outro. Ao invés de se afastar, de enfrentar, ou de deixar no passado, a gente vai trazer a situação para o presente e amar a pessoa complicada, agradecer profundamente por ela e por tudo que ela fez.

SÓ EXISTE UMA ÚNICA CONSEQUÊNCIA DE PASSAR POR SITUAÇÕES DIFÍCEIS: APRENDER A AMAR A SI MESMO E AOS OUTROS.

Sem maiores dramas e complicações. Perdoar é libertar um prisioneiro, e se dar conta de que o prisioneiro era você mesmo. Afinal, a única coisa de que temos controle é sobre os nossos pensamentos. Nada mais justo que tratar com amor e respeito os nossos pensamentos pelas pessoas difíceis e pelas situações injustas.

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Confira este post também em Ethical Fashion Brazil – Cinco estratégias para lidar com os malfeitores. 

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